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16 coisas que os peritos criminais querem que você saiba

A vida real não é beeeem como em “CSI”.


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1. Os mortos fazem barulhos.

E não estamos falando de sessão espírita. É que quando o perito vai manipular os corpos, acontecem deslocamentos de gases – o que faz com que os mortos soltem pum. E enforcados, ao serem tirados do laço, “suspirem”.

2. “Passar um paninho” ARRUINA a cena do crime.

Sério. Nunca faça isso.

3. Um exame de DNA leva cerca de três meses para ficar pronto.

Isso no estado de São Paulo. Em outros lugares pode levar até mais tempo. Uma coisa é certa: NUNCA ele fica pronto no dia, como na televisão.

4. A cocaína de rua tem uma pureza de cerca de 30%.

O resto é açúcar, talco, farinha ou pó de vidro.

5. Frases como “hoje eu fiz dois homicídios de manhã e ainda tenho um aborto à tarde” são comuns na conversa dos peritos.

E quem passa perto fica pensando “que horror!”.

6. Diferentemente dos filmes, não é qualquer superfície que guarda digitais.

Quanto mais irregular a superfície, menor a chance dela ter uma impressão registrada. Então é impossível o perito procurar digitais na sua toalhinha de crochê.

7. Tocar nos cadáveres não é uma experiência maravilhosa – algumas vezes eles ainda estão mornos e outras vezes emitem sons – mas você realmente se acostuma.

8. Não fique tão ansioso para ver o luminol, aquele líquido que brilha em contato com resíduos invisíveis de sangue, em ação.

Os peritos criminais usam a substância no Brasil, mas não faz sentido espirrar luminol onde o sangue já é visível a olho nu.

9. Teste de DNA pode dar errado.

Mas a margem de erro é realmente ínfima – e a maior probabilidade de ele acontecer é quando as amostras foram contaminadas.

10. É bem comum que o teste de manuseio de arma dê negativo, mesmo que a pessoa tenha de fato atirado.

Há basicamente duas formas de detectar resíduos de disparo: quimicamente (por reação com uma substância) ou mecanicamente (com análise em um microscópio especial, equipamento raríssimo no Brasil). A análise química não é muito confiável, e a mecânica é pouco disponível no país. Então, é comum os testes de resíduo serem pouco conclusivos.

11. Esqueça aquele incrível banco de dados online de impressões digitais, que “roda” os perfis de vários suspeitos até parar em uma ficha com foto e informações completas sobre o sujeito em questão.

Não existe um banco de dados integrado nacionalmente, então para uma digital ser útil na solução de um crime, é necessário comparar a digital colhida em uma cena com a de alguém suspeito.

12. É possível desmascarar detalhes que você nem imagina de uma história falsa.

O perito pode perceber que o vaso quebrado no chão da sua casa não foi espatifado durante um assalto, como você disse, mas derrubado por você mesmo para criar uma cena. Isso porque todo o resultado de como o vaso caiu, como os estilhaços, são diferentes em cada caso.

13. Na perícia criminal, o simples é o certo.

Como em qualquer investigação científica, a perícia criminal usa o princípio conhecido como Navalha de Ockham: dadas mais de uma explicação, a mais simples tem maior chance de ser a mais correta.

14. Esqueça os laboratórios ultra-modernos da TV: alguns peritos trabalham contando com nada além de uma prancheta, uma trena e uma câmera.

E, acredite, eles fazem o melhor possível disso.

15. Muitas vezes o trabalho faz os peritos concluírem que a humanidade é a área de estudo mais horripilante.

As pessoas são capazes de praticamente tudo.

16. Mas isso geralmente passa ao lembrar que seu trabalho pode ser essencial na justiça para as vítimas.

Por isso os peritos devem estar sempre comprometidos com as provas.

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